O governo federal entregou 21 certidões de óbito retificadas de pessoas mortas e desaparecidas políticas durante a ditadura militar. A medida reconhece oficialmente as verdadeiras causas dessas mortes, muitas delas violentas e atribuídas ao Estado, corrigindo erros históricos nos registros.
Os familiares dessas vítimas passam agora a ter documentos que refletem a verdade sobre o que aconteceu com seus entes queridos. Para o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, é um passo importante para a preservação da memória, para a reparação histórica e para o fortalecimento da democracia no Brasil.
A iniciativa faz parte de um calendário de entregas que segue até dezembro e deve contemplar mais de 400 famílias em todo o país. Para os parentes, é o fim de uma longa espera e a garantia de que a história de seus familiares será reconhecida oficialmente.
Segundo o Ministério dos Direitos Humanos, essa ação não é apenas um ato burocrático, mas uma forma de respeitar a dor das famílias, promover justiça e reforçar o compromisso com os direitos humanos e a cidadania.
Da Agência Rádio Gov, em Brasília, Lademir Filippin